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Confira as últimas notícias sobre nosso atendimento relacionado ao Coronavírus.

Na linha de frente

Milhares de colaboradores da área da saúde estão empenhados em combater essa pandemia e levar aos nossos beneficiários um atendimento mais humano e acolhedor. “Fique em casa por nós” é uma campanha realizada por vários profissionais da saúde que tem percorrido as redes sociais. Respeite o isolamento social. Ele pode salvar vidas.

Inovação no Atendimento em Saúde
para os casos de Coronavírus

Estamos cada vez mais perto de você.

E, para ajudar a direcionar e agilizar o nosso atendimento médico com relação aos casos suspeitos de COVID-19, criamos dois novos canais de atendimento.

 

Central de Dúvidas sobre Coronavírus

Canal de dúvidas sobre o Coronavírus com uma equipe especializada pelo número 4090-1750 (regiões metropolitanas) ou 0800 409 1750 (demais localidades) – Na ligação, após sua identificação, digite a opção 0 (urgência) e aguarde pelo atendimento.

Telemedicina

Fique tranquilo. Você também pode ser acolhido por nossa equipe médica especializada no atendimento à distância. Por videoconferência, é possível conversar com nossos médicos e ser orientado sobre os próximos passos com relação à doença. Tire suas dúvidas e receba orientações de saúde personalizadas.

Clique aqui para acessar a área logada e ter acesso à Telemedicina do GNDI.

Sobre a doença

Estamos enfrentando uma pandemia do Coronavírus. Neste momento, a melhor prevenção é não se expor ao vírus e evitar contato com pessoas doentes e aglomerações, pois estamos vivendo um período de transmissão comunitária da doença. Confira abaixo o perfil do vírus e as principais medidas de prevenção que devem ser adotadas.

 

O que é?

Os Coronavírus são uma grande família viral causadores de diferentes doenças, que variam do resfriado comum à Síndrome Respiratória Aguda Grave. Essa nova variante do vírus (2019-NCOV) não havia sido identificada em humanos até dezembro de 2019.

Quais são os primeiros sintomas?

Febre alta, tosse e dificuldade em respirar. Caso apresente alguns desses sintomas, procure imediatamente um médico. A lista atualizada de países com casos confirmados pode ser conferida aqui.

Quais são as medidas para prevenção?

Lave as mãos regularmente com água e sabão ou utilize álcool gel 70%. Cubra a boca e o nariz ao espirrar, evite aglomerações e ambientes fechados, não compartilhe objetos de uso pessoal (como talheres, copos ou garrafas), cubra a boca ao espirrar e evite contato com pessoas com infecções respiratórias agudas.

Como tratar a doença?

Por enquanto, não há medicamentos disponíveis para combater os Coronavírus. Indica-se repouso e ingestão de líquidos, além de medidas para aliviar os sintomas, como analgésicos e antitérmicos. É necessária a internação do paciente em casos de pneumonia, insuficiência respiratória ou sinais de infecção generalizada.

Se apresentar qualquer sintoma da doença, dirija-se imediatamente a uma das Unidades da Rede Própria do Grupo.

Esclarecimentos aos beneficiários: o Grupo NotreDame Intermédica reforça que está preparado e seguro para realizar o atendimento de casos suspeitos, seguindo o protocolo de manejo clínico e recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Fique por dentro

Agora que você já conhece as principais características da COVID-19, preparamos, juntamente ao nosso time de especialistas do Grupo NotreDame Intermédica, conteúdos exclusivos para que você compartilhe com seus familiares e amigos. Neste momento, temos que nos unir e adotar medidas simples, de contenção, mas eficazes para evitar a disseminação da doença.

 

Dúvidas

Confira mais informações sobre cobertura de exames e tratamentos do novo Coronavírus. As informações foram originalmente divulgadas pela FenaSaúde (Federação Nacional de Saúde Suplementar).

Sim. Conforme protocolo e diretrizes definidas pelo Ministério da Saúde e de acordo com o estabelecido na resolução normativa n° 453, de 12/03/2020, da Agência Nacional e Saúde Suplementar (ANS).
Conforme protocolo e diretrizes definidas pelo Ministério da Saúde, há dois tipos de grupos de casos suspeitos.

O primeiro são pessoas com histórico de viagem para países com transmissão sustentada ou área com transmissão local nos últimos 14 dias; o segundo são pessoas que tenham tido contato com caso suspeito ou confirmado para COVID-19 nos últimos 14 dias.

No primeiro caso (histórico de viagens), a pessoa tem que apresentar ocorrência de febre (acima de 37,8° C) e pelo menos um dos seguintes sinais ou sintomas respiratórios: tosse, dificuldade para respirar, produção de escarro, congestão nasal ou conjuntival, dificuldade para deglutir, dor de garganta, coriza, dispneia (falta de ar), saturação de oxigênio menor que 95%, sinais de cianose, batimento de asa de nariz, tiragem intercostal.

No segundo (contato com suspeito ou confirmado para COVID-19), a pessoa tem que apresentar ocorrência de febre (acima de 37,8° C) ou pelo menos um dos seguintes sinais ou sintomas respiratórios: tosse, dificuldade para respirar, produção de escarro, congestão nasal ou conjuntival, dificuldade para deglutir, dor de garganta, coriza, dispneia (falta de ar), saturação de oxigênio menor que 95%, sinais de cianose, batimento de asa de nariz, tiragem intercostal.
Não. Seguindo o que determinam o protocolo e as diretrizes definidas pelo Ministério da Saúde, e conforme estabelecido na resolução normativa n° 453, de 12/03/2020, da ANS, o exame específico será feito apenas nos casos em que houver indicação médica para casos classificados como suspeitos ou prováveis de doença pelo COVID-19.
O exame específico pode ser realizado nos laboratórios habilitados por cada respectiva operadora para atender os beneficiários que preencherem os critérios determinados pelo Ministério da Saúde.
As empresas associadas à FenaSaúde disponibilizaram diversos canais de comunicação para informar beneficiários e prestadores, orientando empresas clientes e pacientes sobre como proceder, bem como divulgando medidas de prevenção.
Sim, mas para a realização do exame SARS-CoV-2 (Coronavírus COVID-19 - DUT) é necessária a autorização prévia.

A transmissão é local quando o paciente infectado com o COVID-19 não esteve em nenhum país com registro da doença. Neste caso, a doença foi contraída por meio de contato com outra pessoa infectada fora do país. Foi desta forma que o COVID-19 chegou ao Brasil.

A transmissão sustentada ou comunitária ocorre quando uma pessoa que não esteve em nenhum País com registro da doença é infectada por outra pessoa que também não viajou. Foi esta a forma de disseminação do COVID-19 predominante na China, Coreia do Sul e Itália.

Em 80% dos casos, os sintomas do Coronavírus são leves, semelhantes a uma gripe. Nestes casos, a orientação da Organização Mundial da Saúde é evitar sair de casa.

Entre em contato com sua operadora para obter orientações. Em caso de dúvida quanto a seu quadro de saúde, sempre consulte seu médico.

O Ministério da Saúde orienta a evitar aglomerações e locais com muita gente, ligar para o 136 e, se for o caso, procurar uma unidade de saúde e não um pronto-socorro.

De todo modo, se tiver febre, tosse e dificuldade em respirar, procure atendimento médico o quanto antes para reduzir risco de desenvolver infecção mais grave e compartilhe seu histórico recente de viagens com seu médico.
Importante registrar que não há tratamento específico para infecções causadas por Coronavírus. Pacientes infectados recebem medicação para aliviar os sintomas, como analgésicos e antitérmicos. O tratamento indicado pelo Ministério da Saúde é repouso e ingestão de bastante água e líquidos.

A cobertura do tratamento a pacientes diagnosticados com COVID-19 já é assegurada a beneficiários de planos de saúde, conforme a segmentação (ambulatorial, hospitalar ou referência) contratada.

Em casos indicados, o beneficiário terá direito a internação caso tenha contratado cobertura para atendimento hospitalar (segmentação hospitalar) e desde que tenha cumprido os períodos de carência, se houver previsão contratual.