Parkinson: entenda quais são os tratamentos e causas mais comuns

Saúde e Bem-Estar -

Quem já assistiu ao filme “O amor e outras drogas” pode ter uma ideia sobre o que é a doença de Parkinson (DP), que tem como principais sintomas tremores involuntários e intensos, rigidez muscular e lentidão nos movimentos. Mas, ao contrário da protagonista, uma mulher por volta dos 30 anos, a doença atinge principalmente pessoas mais idosas – apenas 10% dos casos acontecem antes dos 40 anos. Isto porque o mal de Parkinson é um processo degenerativo de células do cérebro e atinge o sistema nervoso central.

Neste artigo, o Grupo NotreDame Intermédica tira dúvidas sobre os sintomas e tratamentos do mal de Parkinson.  

Sintomas

Os sintomas podem variar de acordo com a fase e o paciente. Na sua fase inicial pode ter tremores involuntários e movimentos lentos; já na fase mais avançada surge a demência e dificuldade para engolir. Além disso, pode apresentar rigidez muscular, depressão, lentidão de movimentos e passos, perda de expressões faciais, dores musculares, problemas intestinais, urinários e respiratórios.

Causas

O Parkinson nada mais é do que um processo degenerativo de células do cérebro que atinge o sistema nervoso central. Com isso, há uma diminuição na produção de dopamina – substância química que ajuda no controle dos movimentos musculares. A DP também pode ser genética, quando membros próximos da família também possuem; ou ambiental, por conta de exposição a toxinas.

Diagnósticos

Para diagnosticar se o paciente está com Parkinson, o médico responsável fará um estudo dos sintomas e do histórico de saúde familiar do paciente, além de pedir alguns exames de imagem. Outro método muito utilizado é prescrever um medicado chamado carbidopa-levodopa, que diminui os sintomas do Parkinson. Se funcionar, o diagnóstico é confirmado.

Tratamentos

Não há cura para o Parkinson. No entanto, há várias maneiras de tratar esta doença a fim de diminuir os sintomas e o progresso. Vale ressaltar que o diagnóstico precoce pode contribuir com os tratamentos, já que quanto mais avançado, mais deterioradas as células ficam. Um deles é o uso contínuo de medicamentos ricos em dopamina, que devem ser prescritos por médicos. Sessões de fisioterapia podem ajudar com a rigidez muscular.

Em casos mais avançados, o médico ainda pode indicar uma cirurgia para instalar um marcapasso cerebral que bloqueará os sinais nervosos que causam tremores e rigidez muscular.

Referências

Fonte: Grupo NotreDame Intermédica com informações do site Saúde, Drauzio Varela e Minha Vida. Acesso em 13/12/2019.

Responsável pelo Conteúdo:
Dr. Rodolfo Pires de Albuquerque
CRM: 40.137
Diretor Médico do Grupo NotreDame Intermédica

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