Entre o consultório e o palco

 

Veja como o coordenador médico de Medicina Preventiva concilia a carreira com o teatro 

Para deixar a vida mais leve e realizar um sonho de infância, José Maria Sarmet Esteves, coordenador médico de Medicina Preventiva do Grupo NotreDame Intermédica, abriu sua própria companhia de teatro – agora, atua na medicina e nos palcos.

Mas, a vida em cena começou há muitos anos: o especialista sempre teve vontade de ser ator e é formado no curso de teatro há sete anos, que, além de hobby, serve como ferramenta para complementar o contato com os pacientes.

É fato comprovado que o teatro ajuda no desenvolvimento da comunicação, da empatia, da criatividade e reduz a timidez. “Por incrível que pareça, uma coisa complementa a outra: minha interação com o paciente melhorou muito depois que comecei a fazer teatro. Tem muito mais olho no olho”, conta. Entrevistas, palestras e aulas também ficaram muito mais fluídas para o coordenador médico, que perdeu o medo de falar em público.

Com uma companhia de teatro para administrar, Sarmet conta que conciliar a carreira com a diversão só dá satisfação. “Trabalho no horário comercial, das 9h às 18h, de segunda a sexta-feira, e como os espetáculos geralmente acontecem à noite ou aos fins de semana, dá para combinar uma coisa com a outra”, explica. Mas, apesar de ser uma atividade frequente, o teatro não pode ser considerado um trabalho, pois a companhia independente funciona com a verba das pessoas que participam e não há muito retorno financeiro.

Ter um hobby, no entanto, traz diversos benefícios para a saúde e para a produtividade no trabalho. Isto porque, além de ser uma forma de descansar a mente da rotina, a diversão pode ajudar no controle do estresse por conta da liberação de endorfina. “Quem tem interesse e gosta de teatro deve investir!”, encoraja Sarmet.

 

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