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Guia sobre doenças mentais: conheça 8 tipos e tratamentos

Saúde e Bem-Estar

26 de maio de 2025

8 principais doenças e transtornos mentais: sintomas, causas e tratamentos

Os transtornos mentais afetam milhões de pessoas no mundo todo e impactam a vida pessoal, social e profissional de quem convive com eles. Ainda assim, o tema continua cercado de estigmas, desinformação e preconceitos, o que dificulta o diagnóstico e o acesso ao tratamento adequado.

Neste artigo, você vai conhecer os 8 principais transtornos mentais, entender quais são os sintomas mais comuns, suas possíveis causas e as formas de tratamento disponíveis.

Importância da saúde mental

Cuidar da mente é tão essencial quanto cuidar do corpo para o bem-estar individual e social. A saúde mental influencia diretamente as emoções, decisões e relações cotidianas, além da capacidade de lidar com o estresse, construir relacionamentos e contribuir para a sociedade.

O aumento dos diagnósticos de transtornos mentais nos últimos anos

Nos últimos anos, houve um crescimento nos diagnósticos de transtornos mentais, especialmente após períodos de crises sociais e sanitárias, como as geradas pela pandemia do Covid-19. O aumento da conscientização e o acesso à informação também colaboraram para mais pessoas procurarem ajuda profissional.

Como este guia pode te ajudar a entender e lidar com os transtornos mentais

Este guia foi pensado para te ajudar a reconhecer sintomas, entender causas e conhecer os tratamentos disponíveis para os principais transtornos mentais. Assim, você pode buscar apoio e tratamento para uma vida mais saudável e equilibrada.

O que são doenças e transtornos mentais?

Doenças e transtornos mentais são condições que afetam a saúde mental, influenciando emoções, pensamentos e comportamentos. Eles podem surgir por fatores genéticos, traumas, estresse crônico ou desequilíbrios no cérebro.

Definição de doenças mentais e sua classificação

Doenças mentais são condições de saúde que afetam o pensamento, o humor, o comportamento ou uma combinação desses fatores. Elas interferem na capacidade de uma pessoa lidar com tarefas cotidianas, nos relacionamentos e na qualidade de vida.

A classificação dessas doenças é realizada por meio de sistemas padronizados, como o DSM (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais) e a CID (Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde), que agrupam os transtornos com base em critérios diagnósticos específicos, facilitando a identificação e o tratamento.

Qual é a diferença entre doenças e transtornos mentais?

A principal diferença entre doenças e transtornos mentais reside na sua origem, sintomas e tratamentos. Doenças mentais possuem causas biológicas identificáveis e apresentam um grupo específico de sintomas característicos. Já os transtornos mentais descrevem padrões contínuos de comportamento, pensamento ou emoção que geram sofrimento ou dificuldade funcional, sendo classificados por critérios clínicos.

Principais doenças e transtornos mentais

Agora que já entendemos os conceitos básicos, vamos conhecer as principais doenças e transtornos mentais, seus sintomas, causas e possibilidades de tratamento.

1. Depressão

A depressão é um transtorno de humor comum, mas sério, que causa sentimentos persistentes de tristeza, perda de interesse ou prazer, e pode afetar pensamentos, sentimentos, comportamento e várias funções físicas.

Quais são os sintomas da depressão?

Os sintomas da depressão variam, mas costumam incluir tristeza persistente, perda de interesse em atividades antes prazerosas, mudanças no apetite ou peso, insônia ou sono excessivo, fadiga ou perda de energia, sentimentos de inutilidade ou culpa excessiva, dificuldade de concentração, pensamentos de morte ou ideações suicidas. 

Principais causas da depressão

As causas da depressão envolvem fatores biológicos, como alterações químicas cerebrais, histórico familiar, ou gatilhos ambientais e emocionais, como perdas, traumas ou estresse prolongado.

Outros fatores, como doenças crônicas (cardiovasculares, endocrinológicas e neurológicas) ou uso de drogas, além de hábitos comportamentais, como sedentarismo e má alimentação, podem aumentar o risco ou agravar um quadro já existente de depressão.

Quais são as opções de tratamento da depressão?

O tratamento para depressão geralmente envolve uma combinação de psicoterapia e medicamentos antidepressivos. A escolha do tratamento depende da gravidade dos sintomas e das necessidades individuais do paciente.

Mudanças no estilo de vida, como fazer exercícios regularmente e adotar uma dieta saudável, também são mportantes no processo de recuperação.

2. Ansiedade

A ansiedade é uma resposta natural ao estresse, porém, quando se torna excessiva, torna-se um transtorno que afeta a saúde mental e física.

Quais são os tipos de transtornos de ansiedade?

Existem vários tipos de transtornos de ansiedade, incluindo o Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG), o Transtorno de Pânico, a fobia social e agorafobia (medo irracional de estar em situações ou lugares sem poder escapar), o Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT) e o Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC).

Sintomas comuns da ansiedade e como identificá-los

Os sintomas de ansiedade podem ser tanto psicológicos quanto físicos. Psicologicamente, incluem preocupação excessiva, irritabilidade, dificuldade de concentração e sensação de estar “no limite”. Fisicamente, se manifestam como palpitações, sudorese, tremores, tensão muscular, fadiga e problemas gastrointestinais.

Tratamentos e estratégias eficazes para controle da ansiedade

O tratamento para transtornos de ansiedade é por meio de psicoterapia, medicamentos ansiolíticos ou antidepressivos (sempre sob prescrição médica). Além disso, estratégias de autocuidado, como a prática regular de exercícios físicos e técnicas de respiração, relaxamento e mindfulness, auxiliam no controle dos sintomas.

3. Transtorno bipolar

O transtorno bipolar é uma condição que causa mudanças extremas de humor que incluem altos (mania ou hipomania) e baixos (depressão). Essas mudanças de humor afetam o nível de energia, o pensamento, o comportamento, o sono, o apetite e a capacidade de realizar atividades do dia a dia.

Tipos de transtorno bipolar

O transtorno bipolar se manifesta em diferentes tipos: no tipo 1, predominam episódios de mania intensa com possíveis crises depressivas, que duram no mínimo sete dias; no tipo 2, há mais períodos depressivos intercalados com hipomania, frequentemente com impulsividade; e na ciclotimia, ocorrem oscilações mais leves entre hipomania e depressão.

Como identificar e tratar o transtorno bipolar

A identificação do transtorno bipolar envolve a observação dos episódios de humor distintos, que incluem sintomas como humor elevado ou irritável, aumento da energia, diminuição da necessidade de sono, pensamentos acelerados, fala rápida (na mania/hipomania) e tristeza, perda de interesse e fadiga (na depressão).

O tratamento mais indicado é a combinação de medicamentos (estabilizadores de humor, antipsicóticos e, às vezes, antidepressivos) e a psicoterapia para ajudar a gerenciar os sintomas e prevenir recaídas.

4. Transtorno de personalidade borderline

O transtorno de personalidade borderline (TPB) é caracterizado por instabilidade emocional, dificuldades nos relacionamentos e comportamentos impulsivos, afetando a forma como uma pessoa pensa, sente e se comporta.

Principais características do transtorno de personalidade borderline

As principais características do transtorno incluem instabilidade emocional intensa, medo extremo do abandono, padrões de relacionamentos instáveis e intensos, impulsividade, comportamento suicida ou de autolesão recorrente, sentimentos duradouros de vazio e raiva intensa.

Desafios do diagnóstico do transtorno de personalidade borderline

O diagnóstico é desafiador pela sobreposição de sintomas com outros distúrbios mentais e as diversas formas como se apresentam em cada pessoa. Assim, uma avaliação clínica completa, que considera a história do paciente, seus sintomas e comportamentos, feita por um profissional de saúde deve ser feita para um diagnóstico preciso.

Opções terapêuticas do transtorno de personalidade borderline

A psicoterapia é a principal forma de tratamento para o transtorno, sendo a Terapia Comportamental Dialética a abordagem mais comum. Esta técnica ensina habilidades de regulação emocional, tolerância ao desconforto e melhoria nos relacionamentos. Outras abordagens terapêuticas também são eficazes, como a Terapia Focada na Transferência, que trabalha relações pessoais e dinâmicas de apego, e a Terapia Baseada na Mentalização, que ajuda  na capacidade de compreender e responder adequadamente às emoções e comportamentos alheios.

Em alguns casos, medicamentos são usados para tratar sintomas específicos, como depressão ou ansiedade.

5. Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC)

O Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) é caracterizado por um padrão de pensamentos indesejados e recorrentes (obsessões) que causam ansiedade significativa e/ou comportamentos repetitivos (compulsões) que a pessoa se sente compelida a realizar em resposta às obsessões.

Qual é a diferença entre TOC e manias?

É importante distinguir o TOC de “manias” no sentido de hábitos. No TOC, as obsessões são intrusivas e angustiantes, e as compulsões são atos repetitivos realizados para neutralizar a ansiedade causada pelas obsessões. As “manias” cotidianas são prazerosas ou neutras e não causam sofrimento ou interferência na vida diária, ao contrário das compulsões do TOC.

Quais são os tratamentos eficazes para TOC?

O tratamento para o TOC envolve uma combinação de psicoterapia, principalmente a Terapia de Exposição e Prevenção de Resposta (EPR), que ajuda a pessoa a enfrentar seus medos obsessivos sem realizar as compulsões, e medicamentos, como os inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRS).

6. Esquizofrenia

A esquizofrenia é um distúrbio mental grave que afeta a percepção da realidade de uma pessoa, além das formas como ela pensa, sente e se comporta. Pode resultar em alucinações, delírios e pensamento desordenado, o que prejudica o funcionamento diário.

Sintomas positivos e negativos da esquizofrenia

Os sintomas da esquizofrenia são divididos entre positivos e negativos. Os sintomas positivos incluem alucinações (percepções de objetos e sons que não são reais), delírios (crenças persistentes que não são baseadas na realidade) e pensamento e fala desorganizados. Já os sintomas negativos envolvem dificuldade em expressar ou reconhecer emoções, falta de interesse e motivação, redução da fala e falta de motivação.

Importância do suporte familiar e tratamento contínuo na esquizofrenia

O tratamento da esquizofrenia envolve medicamentos antipsicóticos, psicoterapia e treinamento de habilidades sociais. O cuidado deve ser contínuo, pois esta é uma doença crônica que exige um acompanhamento prolongado para controlar os sintomas e evitar recaídas.

O suporte familiar é muito importante no tratamento. A criação de um ambiente no qual o paciente se sinta acolhido e calmo ajuda na redução de sintomas e melhora a adesão ao tratamento, melhorando a qualidade de vida do paciente.

7. Síndrome do pânico

A síndrome do pânico é um tipo de transtorno de ansiedade caracterizado por ataques de pânico recorrentes, que são períodos de medo intenso que podem incluir palpitações, sudorese, tremores, falta de ar, dor no peito, náuseas, tontura, calafrios ou ondas de calor, e medo de perder o controle ou de morrer.

Como identificar um ataque de pânico e seus gatilhos

Os ataques de pânico surgem de forma repentina e envolvem tanto sintomas físicos quanto psicológicos, que devem ser reconhecidos para que possam ser identificados corretamente.

Os gatilhos variam muito. Em alguns casos, os ataques ocorrem sem motivo aparente. Em outros, são desencadeados por situações estressantes ou lembranças traumáticas, por exemplo.

Maneiras eficazes de lidar com a condição e prevenir crises

O tratamento geralmente inclui psicoterapia, para entender e mudar os padrões de pensamento que levam ao pânico, e medicamentos, como antidepressivos ou ansiolíticos. Técnicas de respiração, mindfulness e exercícios de relaxamento também ajudam a lidar com os sintomas.

8. Transtorno do déficit de atenção e hiperatividade (TDAH)

O Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é um transtorno do neurodesenvolvimento que se manifesta por dificuldades de atenção, hiperatividade e impulsividade. Os sintomas geralmente se iniciam na infância e persistem na vida adulta.

Como o TDAH afeta crianças e adultos?

Em crianças, o TDAH aparece como hiperatividade, impulsividade e dificuldade de concentração. Em adultos, os sintomas podem ser diferentes, incluindo dificuldade de organização e planejamento, procrastinação, inquietação interna e impulsividade em decisões.

O TDAH pode afetar o desempenho acadêmico ou profissional, os relacionamentos e a autoestima em ambas as fases da vida.

Mitos e verdades sobre o TDAH

Existem muitos mitos sobre o TDAH, como a ideia de que ele só afeta crianças, que está relacionado à inteligência ou que é resultado de má criação. Na verdade, trata-se de uma condição neurobiológica que persiste na vida adulta e impacta diversas áreas da vida, como o trabalho, os relacionamentos e a autoestima.

Diagnóstico e tratamento

O diagnóstico e o tratamento adequado, realizados com acompanhamento de profissionais qualificados, são essenciais para garantir melhor qualidade de vida e evitar o agravamento dos quadros.

Como são feitos os diagnósticos de doenças e transtornos mentais?

O diagnóstico de transtornos mentais é clínico, sendo realizado através da escuta atenta do paciente e da observação de seus comportamentos e sintomas por um profissional qualificado de saúde mental, como psiquiatra ou psicólogo.

Os critérios diagnósticos seguem as classificações internacionais, principalmente o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5) e a Classificação Internacional de Doenças (CID-11), que dão parâmetros padronizados para a identificação dos diferentes transtornos mentais.

Quais profissionais estão envolvidos no tratamento de transtornos mentais?

Os profissionais envolvidos no tratamento multidisciplinar são psiquiatras, médicos especializados em saúde mental que podem prescrever medicamentos, psicólogos, que oferecem psicoterapia e avaliações psicológicas, e terapeutas ocupacionais. Em casos de necessidade, assistentes sociais e neurologistas também atuam no processo.

Tipos de terapia: medicamentos, psicoterapia, tratamentos alternativos

O tratamento para transtornos mentais inclui medicamentos, psicoterapia de diferentes abordagens e, em alguns casos, tratamentos alternativos ou complementares.

A escolha do tratamento depende do transtorno, da gravidade dos sintomas e da resposta e preferências do paciente.

O impacto da saúde mental na vida cotidiana

Transtornos e doenças mentais não afetam apenas o bem-estar emocional, mas também interferem em diversos aspectos da vida diária, como o trabalho, os relacionamentos e a saúde física.

Como os transtornos mentais afetam a produtividade e a rotina diária?

Transtornos mentais afetam a capacidade de uma pessoa de realizar tarefas diárias, manter a produtividade, impactando o desempenho no trabalho ou nos estudos, e participar ativamente da vida social. Sintomas como fadiga, dificuldade de concentração, alterações de humor e ansiedade reduzem o rendimento, dificultam a manutenção de uma rotina e levam ao isolamento social.

Qual é a relação entre saúde mental e saúde física?

A saúde mental e a saúde física estão ligadas. Problemas de saúde mental podem afetar a saúde física, aumentando o risco de doenças cardíacas, diabetes, obesidade e dores crônicas, e problemas de saúde física impactam a saúde mental, como por exemplo, uma doença crônica pode levar a pessoa à depressão.

Prevenção e bem-estar mental

Cuidar da saúde mental vai além de tratamentos médicos e começa com práticas cotidianas simples. Esses cuidados diários previnem o surgimento de transtornos mentais e promovem uma vida mais equilibrada e satisfatória.

Quais são as estratégias mais eficazes de prevenção?

O primeiro passo para prevenção de transtornos mentais é o investimento em autocuidado e momentos de lazer, a busca pelo equilíbrio entre vida pessoal e profissional e reconhecer os próprios limites para a identificação de sinais e sintomas que possam aparecer.

Por que a rede de apoio é essencial para a saúde mental?

Uma rede de apoio social forte, composta por familiares e amigos, é essencial para o cuidado da saúde mental. Esse suporte emocional ajuda a lidar com os desafios, reduzindo o estresse e o isolamento, e colabora para a adesão ao tratamento em momentos difíceis.

Hábitos saudáveis para manter a saúde mental a longo prazo

Adotar hábitos saudáveis também contribui para a manutenção da saúde mental a longo prazo. Isso inclui praticar atividades físicas, ter uma alimentação equilibrada, garantir uma boa qualidade de sono, manter conexões sociais saudáveis e reservar tempo para o lazer.

Como um plano de saúde pode ajudar no manejo da saúde mental?

Planos de saúde oferecem cobertura de diversos serviços relacionados à saúde mental, facilitando o acesso a tratamentos essenciais para os beneficiários. A legislação brasileira garante que os planos de saúde cubram atendimentos com psicólogos e psiquiatras, desde que prescritas por um médico.

Cobertura de consultas com psicólogos e psiquiatras

Uma das principais vantagens de um plano de saúde para a saúde mental é a cobertura de consultas com psicólogos e psiquiatras. Isso permite que os beneficiários busquem avaliação e acompanhamento profissional contínuo e personalizado, fundamental para o sucesso do tratamento.

Como ter acesso facilitado a especialistas?

Os beneficiários têm acesso a psicólogos e psiquiatras da rede credenciada, facilitado por meio de agendamentos diretos ou encaminhamentos, dependendo das normas do plano.

Qual é a frequência ideal de consultas para cada transtorno?

A frequência ideal de consultas varia dependendo do transtorno, da gravidade dos sintomas e da fase do tratamento. Em geral, no início do tratamento, as consultas podem ser mais frequentes, diminuindo gradualmente conforme a melhora do paciente.

A decisão sobre a frequência deve ser feita em conjunto pelo profissional responsável e o paciente.

Tratamentos e terapias inclusas nos planos de saúde

Além das consultas, muitos planos de saúde oferecem cobertura para diferentes tipos de tratamentos e terapias essenciais para o cuidado da saúde mental.

Terapia cognitivo-comportamental e outras abordagens

A Terapia cognitivo-comportamental é coberta pelos planos de saúde, assim como outras abordagens psicoterápicas, como a terapia psicodinâmica e a terapia familiar. A disponibilidade de diferentes abordagens permite que o paciente, junto ao profissional, escolha a mais adequada às suas necessidades.

Medicamentos psiquiátricos cobertos pelo plano de saúde

Recomendamos verificar diretamente com sua operadora se a cobertura específica do plano de saúde inclui os medicamentos prescritos pelo psiquiatra.

Internação e emergências psiquiátricas

Em casos mais graves, pode ser preciso internar ou buscar atendimento emergencial em psiquiatria, e o plano de saúde tem que cobrir tanto a internação em hospitais psiquiátricos ou alas especializadas quanto o atendimento de urgência.

Quando a internação é necessária para transtornos mentais graves?

A internação é indicada em casos de transtornos mentais graves nos quais há risco para o paciente (em surtos psicóticos e tentativas de suicídio, por exemplo) ou para terceiros, quando há necessidade de ajuste intensivo de medicamentos ou quando o paciente não tem condições de cuidar de si.

A decisão da internação é sempre clínica e deve ser recomendada por um psiquiatra e acompanhada por equipe multidisciplinar.

Como funcionam os atendimentos de urgência psiquiátrica?

O atendimento em casos de urgência psiquiátrica é realizado em serviços de emergência psiquiátrica, onde uma equipe multidisciplinar está preparada para avaliar, diagnosticar e intervir nas situações de crise de forma rápida. Para beneficiários, os planos de saúde cobrem o atendimento em hospitais ou clínicas credenciadas.

Benefícios adicionais para saúde mental nos planos de saúde

Além da cobertura tradicional de consultas e terapias, muitos planos de saúde oferecem serviços complementares que fortalecem o cuidado com a saúde mental. Esses benefícios podem incluir programas de prevenção, suporte on-line e acompanhamento personalizado.

Programas de bem-estar e prevenção oferecido por Hapvida NotreDame

A Hapvida oferece diferentes programas voltados ao bem-estar, inclusive à saúde mental. Entre as iniciativas, há ações de prevenção ao estresse, oficinas de autocuidado, grupos terapêuticos e campanhas de conscientização sobre saúde emocional. Esses recursos auxiliam na identificação precoce de sintomas e no estímulo a hábitos saudáveis, promovendo qualidade de vida e reduzindo o risco de pioras em transtornos mentais.

Atendimento online e telemedicina para suporte contínuo

A telemedicina vem transformando o acesso à saúde mental com a oferta de consultas e terapias de forma remota, garantindo praticidade, privacidade e agilidade no cuidado. 

Nossos planos possuem cobertura para terapias e consultas on-line com psicólogos e psiquiatras. O atendimento é realizado de forma ágil e segura, garantindo um suporte eficiente tanto em situações regulares quanto emergenciais, com canais 24 horas para urgências psiquiátricas.
 

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