Tire suas dúvidas sobre febre amarela

 

Desde o final de 2016, o Brasil passa por um surto nacional de febre amarela, de acordo com dados do Ministério da Saúde. Apenas neste ano, os casos da doença quadruplicaram no estado de São Paulo, segundo informações da Secretaria de Saúde. Para a OMS (Organização Mundial da Saúde), a febre amarela é endêmica em mais de 40 países.

1. O que é a febre amarela?

A enfermidade, muito comum nas zonas tropicais da África e das Américas Central e do Sul, é uma doença infecciosa febril aguda, transmitida pelo mosquito responsável pela transmissão da dengue, o Aedes aegypti, quando infectado. Seu nome deriva da tonalidade amarelada que a pele do paciente adquire.

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2. Quais os sintomas da febre amarela?

Os sintomas mais comuns e que alertam para a infecção por febre amarela são: dores locais (costas, abdômen, muscular), fadiga, febre, mal-estar, náuseas, vômito, dor de cabeça, pele e olhos amarelados. A pessoa infectada também pode apresentar insuficiências hepática e renal.

Segundo o Médicos Sem Fronteiras, a forma mais grave da febre amarela é rara. Qualquer uma delas, quando não tratadas, pode levar a pessoa à morte em até 10 dias.

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3. Como ocorre a transmissão da doença? É transmitida diretamente entre pessoas? Os macacos podem transmitir a doença?

O vírus é transmitido por meio da picada dos mosquitos transmissores e infectados. Não há transmissão entre pessoas e os macacos também não transmitem a doença. O que acontece, na realidade, é que, quando infectados, eles viram hospedeiros do vírus e, ao serem picados, o mosquito carrega o vírus e o dissemina aos seres humanos.

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4. Quais as medidas de prevenção para evitar a doença?

A vacina ainda é a principal forma de prevenção. As diretrizes da OMS indicam que uma dose única da vacina é suficiente para a imunização eficaz. No entanto, o Ministério da Saúde do Brasil recomenda que sejam ministradas duas doses.

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5. Qualquer pessoa pode tomar a vacina?

Não. A imunização não é recomendada para bebês menores de seis meses, gestantes, mulheres que estão em período de amamentação e pessoas com mais de 60 anos. Alérgicos a ovos, pessoas imunodepressivas e portadores de doenças crônicas também não devem receber a vacina.

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Responsável pelo Conteúdo:
Dr. Rodolfo Pires de Albuquerque
CRM: 40.137
Diretor Médico do Grupo NotreDame Intermédica