O que saber sobre a ida de acompanhantes no PS

Ao menor sintoma de dor, muitas pessoas procuram o pronto-socorro, ainda que não seja um caso de urgência e emergência. Entre os casos de maior procura por atendimento no PS estão doenças relativamente simples como gripe comum, resfriados e dores na cabeça, garganta e no corpo.
 
Sempre é importante lembrar que o pronto-socorro é um local que concentra grande quantidade de pessoas com doenças e vírus de todos os tipos, com os quais você pode entrar em contato já na recepção, ainda mais se estiver com o organismo debilitado. Evitar essa exposição é um cuidado importante não apenas para o paciente, mas também para os acompanhantes. Isso porque o acompanhante pode estar com a imunidade baixa, ainda que sem sintomas aparentes, e ter o quadro agravado após o contato com outros vírus e doenças.
 
Para evitar esta exposição desnecessária e para que os pacientes tenham prioridade para se acomodar nos assentos disponíveis durante a espera do atendimento, é importante observar alguns cuidados.

Qual é o papel do acompanhante no pronto-socorro?

A entrada do acompanhante durante uma consulta no pronto-socorro é permitida. A prioridade, porém, é dada aos pacientes menores de 18 anos e aos maiores de 60 anos.

O que não é permitido ao acompanhante?

A presença do acompanhante na unidade hospitalar exige bom senso. Não é permitido sentar ou deitar na maca do paciente, entrar com alimento e fumar nas dependências da unidade de saúde. Circular pelo pronto-socorro, falar alto ou fazer barulho nos corredores ou dependências também não é recomendado, assim como interferir nos procedimentos médicos ou de enfermagem.
 
Estes pequenos cuidados fazem toda a diferença na hora que o paciente mais precisa de atenção por estar fragilizado. 

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Responsável pelo conteúdo:
Luiz Celso Dias Lopes
Diretor Técnico do Grupo NotreDame Intermédica