Grupo NotreDame Intermédica inaugura Instituto de Pesquisa

Número expressivo de beneficiários do Grupo surpreende setor farmacêutico.

Mais de 50 representantes da indústria farmacêutica estiveram reunidos durante a inauguração do Instituto de Pesquisa do Grupo NotreDame Intermédica (GNDI). O evento aconteceu nesta terça-feira (18), na sede do Instituto, no centro da capital paulista, na Rua São Vicente de Paulo, nº 463. 

O evento celebra dois momentos importantes para o Instituto: aproximação com o setor farmacêutico, dando início ao processo de elaboração de pesquisas clínicas relevantes, bem como reforça a preocupação do Grupo em contribuir com a disseminação do conhecimento científico no País. 

“Temos como um dos diferenciais mais de 150 mil beneficiários que integram nossos Programas de Medicina Preventiva e podem, após um processo criterioso de captação, participar voluntariamente de pesquisas clínicas integradas com o setor farmacêutico”, afirmou Dr. Walter Moschella Jr, diretor médico do GNDI e um dos responsáveis pelo Instituto. 

Essa facilidade no recrutamento de pacientes também é vista com bons olhos pela indústria farmacêutica, “pois os caminhos para desenvolvimento de novos medicamentos e novos processos tecnológicos podem ser incorporados aos protocolos do GNDI”, garante Moschella. 

Segundo ele, os protocolos servem de chancela para comprovar a eficácia de um novo tratamento, por exemplo. “Por isso, os estudos com pacientes realizados em parceria com a indústria farmacêutica, conhecidos como estudos de mundo real, são tão importantes para nós. É por meio deles que temos a dimensão do impacto de determinada pesquisa, levando conhecimento de dentro para fora”, afirmou. 

Fernando Carvalho, Gerente de Pesquisa Clínica da MSD Brasil, acredita que o número significativo de beneficiários, além de uma estrutura completa, aumenta as possibilidades de desenvolver pesquisa clínica de qualidade. “O Instituto está muito bem estruturado. Agora, nossa intenção é conhecer o que o GNDI tem para oferecer em termos de estrutura em oncologia, porque estamos em busca de centros médicos de qualidade”, explicou. 

Carência de estudos

O Instituto vem para suprir uma carência de estudos dentro da saúde suplementar, salienta Edilson Rodrigues, Gerente de Acesso da farmacêutica Bayer. “Não me refiro ao Instituto de Pesquisa do GNDI como mais um, pois vejo com bons olhos a intenção de disseminar conhecimento científico. E, saber que isso partiu de uma das maiores operadoras de saúde do País já é um diferencial”. 

Rodrigues também completou que existe uma intenção da Bayer em firmar parceria com o Instituto. “Trabalhamos em diversas áreas como oncologia, oftalmologia, saúde da mulher, cardiologia, programas de prevenção, que convergem com as áreas de atuação do Instituto”, completa. 

Previsibilidade e segurança

O Instituto também engloba uma série de processos que garantem segurança e privacidade ao paciente, por meio da gestão via sistema Tasy, além de possuir profissionais capacitados e envolvidos com pesquisa e boas práticas clínicas. “Todo esse processo reforça o quanto estamos preparados para realizar estudos científicos com a indústria farmacêutica ”, concluiu Dr. Rodolfo Pires, Diretor Médico do GNDI e idealizador do Instituto. 

O evento também contou com visita guiada ao Instituto. Para conferir as fotos desse momento, acesse nosso LinkedIn: www.linkedin.com.br/gndi

 

 

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