Grupo NotreDame Intermédica esclarece dúvidas sobre Coronavírus

Diante do cenário de alerta global estabelecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre o novo coronavírus (nCoV-2019), bem como o aumento no número de casos suspeitos atrelado à doença no País - inclusive com o registro dos primeiros pacientes infectados no Brasil -, o Grupo NotreDame Intermédica vem alertar seus beneficiários acerca das principais recomendações e medidas preventivas a serem seguidas.

Embora exista grande tensão por tudo o que tem sido veiculado na mídia, é fundamental manter a calma e não se dirigir imediatamente ao pronto-socorro.

Caso seja beneficiário da NotreDame Intermédica, dirija-se a uma das Unidades de atendimento de nossa Rede Própria SOMENTE se você apresentar:

Abaixo, confira as perguntas e respostas elaboradas por nosso grupo de especialistas em Medicina Preventiva e saiba mais sobre o perfil da doença, sintomas, tratamento e caminhos para prevenção: 

 

O que é?

Os coronavírus são uma grande família viral, causadores de doenças, que variam do resfriado comum à Síndrome Respiratória Aguda Grave. Essa nova variante do vírus (2019-NCOV) não havia sido identificada em humanos até janeiro de 2020. 

 

Quais são os primeiros sintomas?

Febre alta, tosse e dificuldade em respirar. Caso apresente alguns desses sintomas e tenha viajado nos últimos 14 dias para os países com casos confirmados (China, Alemanha, Austrália, Coreia do Sul, Coreia do Norte, Emirados Árabes, Filipinas,  Camboja, Itália, França, Japão, Tailândia, Vietnã e Singapura), procure o médico. A lista atualizada de países com casos confirmados pode ser conferida aqui. 


Como é transmitido?

A transmissão ocorre por meio do contato com secreções ou proximidade com pessoa contaminada por período prolongado. O Brasil já tem caso confirmado, notificado pelo Ministério da Saúde. É fundamental manter as orientações preventivas descritas acima.

 

Quais são as medidas para prevenção?

Lave as mãos regularmente com água e sabão ou utilize álcool gel 70%. Cubra a boca e o nariz ao espirrar, evite aglomerações e ambientes fechados, não compartilhe objetos de uso pessoal (como talheres, copos ou garrafas) e evite contato com pessoas com infecções respiratórias agudas. É recomendado também evitar viagens internacionais e, se possível, adiar.

 

Como tratar a doença? 

Por enquanto, não há medicamentos disponíveis para combater os coronavírus. Indica-se repouso e ingestão de líquidos, além de medidas para aliviar os sintomas, como analgésicos e antitérmicos. Mediante pneumonia, insuficiência respiratória ou sinais de infecção generalizada, é necessária a internação do paciente.

Caso apresente qualquer sintoma da doença e tenha viajado nos últimos 14 dias para os países com casos confirmados, dirija-se imediatamente a uma das Unidades da Rede Própria do Grupo

Esclarecimentos aos beneficiários
O Grupo NotreDame Intermédica reforça que está preparado e seguro para realizar o atendimento de casos suspeitos, seguindo o protocolo de manejo clínico e recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS).

 

Confira mais informações sobre cobertura de exames e tratamentos do novo coronavírus. As informações foram originalmente divulgadas pela FenaSaúde (Federação Nacional de Saúde Suplementar). 
Sim. Conforme protocolo e diretrizes definidas pelo Ministério da Saúde e de acordo com o estabelecido na resolução normativa n° 453, de 12/03/2020, da Agência Nacional e Saúde Suplementar (ANS).
Conforme protocolo e diretrizes definidas pelo Ministério da Saúde, há dois tipos de grupos de casos suspeitos.

O primeiro são pessoas com histórico de viagem para países com transmissão sustentada ou área com transmissão local nos últimos 14 dias; o segundo são pessoas que tenham tido contato com caso suspeito ou confirmado para COVID-19 nos últimos 14 dias.

No primeiro caso (histórico de viagens), a pessoa tem que apresentar ocorrência de febre (acima de 37,8° C) e pelo menos um dos seguintes sinais ou sintomas respiratórios: tosse, dificuldade para respirar, produção de escarro, congestão nasal ou conjuntival, dificuldade para deglutir, dor de garganta, coriza, dispneia (falta de ar), saturação de oxigênio menor que 95%, sinais de cianose, batimento de asa de nariz, tiragem intercostal.

No segundo (contato com suspeito ou confirmado para COVID-19), a pessoa tem que apresentar ocorrência de febre (acima de 37,8° C) ou pelo menos um dos seguintes sinais ou sintomas respiratórios: tosse, dificuldade para respirar, produção de escarro, congestão nasal ou conjuntival, dificuldade para deglutir, dor de garganta, coriza, dispneia (falta de ar), saturação de oxigênio menor que 95%, sinais de cianose, batimento de asa de nariz, tiragem intercostal.
Não. Seguindo o que determinam o protocolo e as diretrizes definidas pelo Ministério da Saúde, e conforme estabelecido na resolução normativa n° 453, de 12/03/2020, da ANS, o exame específico será feito apenas nos casos em que houver indicação médica para casos classificados como suspeitos ou prováveis de doença pelo COVID-19.
O exame específico pode ser realizado nos laboratórios habilitados por cada respectiva operadora para atender os beneficiários que preencherem os critérios determinados pelo Ministério da Saúde.
As empresas associadas à FenaSaúde disponibilizaram diversos canais de comunicação para informar beneficiários e prestadores, orientando empresas clientes e pacientes sobre como proceder, bem como divulgando medidas de prevenção.

A primeira medida é ficar em quarentena e isolamento familiar por 14 dias – tempo de incubação do vírus no corpo. Isso significa que quem estiver com suspeita de COVID-19 deve ficar sozinho em um quarto com as janelas abertas e sem contato com outras pessoas da casa. Também deve evitar passar pelas áreas comuns e utilizar máscara quando precisar ficar no mesmo ambiente com outras pessoas. Isto porque o vírus fica três horas suspenso no ar em ambientes fechados, o que facilita que outras pessoas da família sejam contaminadas.

O paciente com suspeita ou caso confirmado do novo Coronavírus deve ficar de repouso, tomar medicamentos para tratar os sintomas e ingerir bastante líquido. Caso haja febre forte e persistente ou falta de ar, deve ir ao hospital utilizando máscara.

É importante evitar idas ao hospital quando os sintomas forem leves. No entanto, se houve febre persistente, tosse com sangue ou dificuldade de respirar, o enfermo deve procurar um médico imediatamente.
Sim, mas para a realização do exame SARS-CoV-2 (Coronavírus COVID-19 - DUT) é necessária a autorização prévia.

A transmissão é local quando o paciente infectado com o COVID-19 não esteve em nenhum país com registro da doença. Neste caso, a doença foi contraída por meio de contato com outra pessoa infectada fora do país. Foi desta forma que o COVID-19 chegou ao Brasil.

A transmissão sustentada ou comunitária ocorre quando uma pessoa que não esteve em nenhum País com registro da doença é infectada por outra pessoa que também não viajou. Foi esta a forma de disseminação do COVID-19 predominante na China, Coreia do Sul e Itália.

Em 80% dos casos, os sintomas do Coronavírus são leves, semelhantes a uma gripe. Nestes casos, a orientação da Organização Mundial da Saúde é evitar sair de casa.

Entre em contato com sua operadora para obter orientações. Em caso de dúvida quanto a seu quadro de saúde, sempre consulte seu médico.

O Ministério da Saúde orienta a evitar aglomerações e locais com muita gente, ligar para o 136 e, se for o caso, procurar uma unidade de saúde e não um pronto-socorro.

De todo modo, se tiver febre, tosse e dificuldade em respirar, procure atendimento médico o quanto antes para reduzir risco de desenvolver infecção mais grave e compartilhe seu histórico recente de viagens com seu médico.
Importante registrar que não há tratamento específico para infecções causadas por Coronavírus. Pacientes infectados recebem medicação para aliviar os sintomas, como analgésicos e antitérmicos. O tratamento indicado pelo Ministério da Saúde é repouso e ingestão de bastante água e líquidos.

A cobertura do tratamento a pacientes diagnosticados com COVID-19 já é assegurada a beneficiários de planos de saúde, conforme a segmentação (ambulatorial, hospitalar ou referência) contratada.

Em casos indicados, o beneficiário terá direito a internação caso tenha contratado cobertura para atendimento hospitalar (segmentação hospitalar) e desde que tenha cumprido os períodos de carência, se houver previsão contratual.
O novo Coronavírus e a gripe têm alguns sintomas em comum, como coriza, congestão nasal, febre, fadiga, dores no corpo e tosse. No entanto, a COVID-19 pode evoluir para casos de pneumonia viral ou insuficiência respiratória - a dificuldade ou incapacidade de respirar por conta própria; já a gripe dificilmente apresenta falta de ar e, caso não seja tratada, pode causar pneumonia bacteriana.As doenças também se diferem pois não são da mesma família viral: a gripe é do grupo Influenza; já o Covid-19 é do grupo Coronavírus, chamado de Sars-Cov-2.
Os sintomas devem ser tratados com antitérmicos e analgésicos de seis em seis horas até cessarem. Os mais comuns são dipirona e paracetamol.

 

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