Foco na saúde da mulher

A primeira Oficina de Saúde de 2017 também atraiu homens interessados em compreender melhor o universo feminino

O tema da primeira Oficina de Saúde de 2017 - Mulheres em um relacionamento sério com a saúde - atendeu a uma sugestão nas pesquisas feitas com os participantes, no final de cada uma das palestras realizadas no ano passado. O palestrante desta edição, Dr. Gilmar de Souza Osmundo Junior, médico ginecologista, abordou questões relacionadas à menopausa e ao tratamento de reposição hormonal.

A iniciativa aconteceu em 7 de março em todas as Unidades de Medicina Preventiva - QualiVida do Grupo NotreDame Intermédica. Na plateia predominantemente feminina também estavam alguns homens, que vieram para acompanhar suas esposas ou mães e, principalmente, para entender um pouco mais sobre essa fase tão particular da mulher. 

Do climatério à menopausa

A menopausa começa quando o organismo deixa de produzir os hormônios estrogênio e progesterona. Isso acontece, em geral, entre os 45 e 55 anos, de forma gradativa. Dr. Gilmar explicou que antes de entrar nesse período, as mulheres passam por uma fase de transição chamada climatério, caracterizada pela irregularidade e aumento do fluxo menstrual, sensibilidade mamária e piora da TPM (tensão pré-menstrual).

Entre os sintomas da menopausa estão: ressecamento vaginal, ondas de calor, sudorese noturna, perda de massa óssea, diminuição da libido, aumento do risco para doenças cardiovasculares, depressão e instabilidade emocional. "Os sintomas variam de acordo com cada mulher. Há, inclusive, aquelas que passam pela menopausa assintomáticas, ou seja, sem sintomas. A prática regular de atividade física aliada à alimentação equilibrada pode ajudar a combater esses efeitos", explicou o especialista.

Fazer, ou não, a reposição hormonal?

Para as que desenvolvem de maneira muito intensa os sintomas a ponto de interferir em sua qualidade de vida, a terapia de reposição hormonal pode ser uma alternativa. A indicação, no entanto, deve ser criteriosamente avaliada pelo médico. "Pacientes que já tiveram câncer de mama, de útero ou de endométrio não devem ser submetidas à reposição hormonal. Isso também vale para as que já apresentaram lesões pré-malignas na mama, doenças cardiovasculares e trombose", alertou. Além disso, esse tipo de tratamento deve ser realizado pelo menor tempo possível e nunca ultrapassar o período de cinco anos.

Convidados

Ao final, foram esclarecidas dúvidas da plateia e anunciado que, a partir da próxima Oficina de Saúde, os beneficiários poderão levar convidados, mesmo que não tenham plano de saúde do Grupo NotreDame Intermédica. Para isso, basta ao convidado fazer a inscrição pelo Portal GNDI. A próxima Oficina de Saúde, em 4 de abril, terá como tema "Câncer: para prevenir, tem que se informar".

 

Confira a opinião de alguns participantes sobre o evento de 7 de março:

"Entendi por que estou mais irritada. Tenho histórico de câncer na família e as considerações sobre o tratamento de reposição hormonal foram muito importantes".

Marta de Borba da Silva

"Acompanhei minha mãe (Marta de Borba da Silva) nesta palestra porque acho importante entender o que acontece com as mulheres durante essa fase."

Bruno Ariel de Borba Silva

O Grupo NotreDame Intermédica mantém, em seu canal no YouTube, diversos vídeos com dicas e orientações que visam melhorar a qualidade de vida e auxiliar na prevenção de riscos e doenças, além de campanhas e vídeos institucionais. Veja aqui! 

 

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