Dicas para evitar depressão, ansiedade e estresse

No Brasil, 5,8% das pessoas sofrem com depressão e 9,3%, com ansiedade

Cuidar da saúde do corpo é tão importante quanto da saúde mental. Essa foi uma das mensagens das Oficinas de Saúde, realizadas em 4 de julho nas Unidades de Medicina Preventiva – QualiVida do Grupo NotreDame Intermédica. A palestra “Mente Sã, Corpo São” foi realizada pela psicóloga Gisele Mendes Carvalho, do Grupo NotreDame Intermédica. Ela explicou, com base em conceitos da OMS (Organização Mundial da Saúde), que a saúde mental é um estado de bem-estar no qual o indivíduo é capaz de usar suas próprias habilidades, recuperar-se do estresse rotineiro, ser produtivo e contribuir com a sua comunidade.

Dados da OMS, no entanto, revelam que, nos últimos 10 anos, o número de pessoas com depressão no mundo aumentou 18,4%. Cerca de 322 milhões de pessoas, ou seja, 4,4% do total da população mundial, apresentam esse distúrbio. “A depressão é um transtorno afetivo da saúde mental, que pode ser causada por  uma combinação de fatores de âmbito psicológico, biológico e genético”, diz. No Brasil, de acordo com a ABQV (Associação Brasileira de Qualidade de Vida), 5,8% das pessoas sofrem com depressão e 9,3% com ansiedade. Segundo a psicóloga Gisele, entre os gatilhos desses distúrbios estão a carga excessiva de trabalho, a extrema competitividade, o tempo limitado para vida em família e social etc.

“Tudo isso gera altos níveis de estresse”, afirma a especialista. Porém, ressalta que, diferentemente do que a maioria acredita, o estresse é prejudicial apenas quando excessivo. “Denominamos estresse o conjunto de reações fisiológicas para adaptações a novas situações. Portanto, precisamos do estresse para viver, pois é ele que nos faz levantar e ir atrás do que queremos ou precisamos, com algum grau de satisfação”, afirma.

De acordo com a psicóloga, o problema é quando o estresse se torna excessivo e supera a capacidade de adaptação ou persiste por muito tempo. Da mesma forma, a ansiedade também é uma emoção normal que ocorre diante de situações novas ou de perigo, mas que pode se tornar patológica se o nível e a frequência forem muito altos.

 

Será que estou depressivo?

Entre os sintomas que indicam quadros depressivos ou de ansiedade patológica e que necessitam de tratamento médico estão:

  • Tristeza duradoura;
  • Perda de prazer e interesse por atividades que gostava antes;
  • Falta de disposição;
  • Indecisão;
  • Alterações no sono;
  • Memória prejudicada;
  • Sentimentos de desesperança.;
  • Falta de libido;
  • Mudanças no apetite;
  • Pensamentos relacionados à morte ou risco de suicídio.

 

É possível prevenir

Para evitar fazer parte das estatísticas de doenças que prejudicam a saúde mental, como a depressão e a ansiedade, Gisele dá algumas dicas:

  • Seja ativo, pratique exercícios regularmente;
  • Tire férias, reserve tempo para descanso;
  • Mantenha uma alimentação saudável e equilibrada;
  • Respeite as horas de sono;
  • Sorria, cultive pensamentos positivos;
  • Cultive o hábito de ler, manter a mente produtiva;
  • Abandone hábitos não saudáveis, tais como tabagismo;
  • Reserve tempo para família, amigos, momentos de lazer.

 

Confira depoimentos de pessoas que participaram dessas Oficinas de Saúde:

“Foi a primeira vez que vim à Oficinas de Saúde, e gostei muito, pois o tema foi tratado de forma clara. Já passei por uma depressão e melhorei muito com a prática de atividades físicas, como dança e ioga.”

Terezinha Goreti dos Santos, beneficiária

“Sou corretor e fiquei interessado no tema porque é um problema que atinge muitas pessoas, inclusive alguns Clientes. Foi minha primeira participação e achei a iniciativa excelente.”

Cássio Robinson de Assis, da PTTS Consultoria em Seguros

“A palestra foi muito boa. Acredito que as Oficinas de Saúde podem ser um diferencial de venda dos produtos do Grupo NotreDame Intermédica. Além disso, as informações também foram úteis pessoalmente, porque já passei por um quadro de depressão.”

Roberto Alonso, da PTTS Consultoria em Seguros

“Tenho na família alguns casos de pessoas que tiveram depressão e a palestra foi muito esclarecedora. Saio daqui sabendo mais sobre o tema.”

Vanderleia Rabelo de Sousa, beneficiária

 

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