A importância da doação de sangue

O gesto também é fundamental para a reposição dos bancos de sangue

Uma atitude simples, que exige pouco tempo, porém fundamental para ajudar outras pessoas e até salvar vidas. Assim pode ser definida a doação de sangue, tema da Oficina de Saúde promovida pelo Grupo NotreDame Intermédica, em 7 de junho, especialmente para Beneficiários dos Planos de Saúde. Realizada nas Unidade de Medicina Preventiva QualiVida São Paulo, Baixada Santista, Campinas, Jundiaí, ABC, Sorocaba e Rio de Janeiro, teve como título Solidariedade nas veias - Tudo o que você precisa saber para ser um doador de sangue.

Em São Paulo, a palestra foi ministrada pela Dra. Fernanda Maria Santos, médica hematologista do Grupo NotreDame Intermédica. "Geralmente, as pessoas se lembram de doar sangue quando um parente ou amigo está necessitando, mas esse gesto tão nobre é importante, também, para a reposição dos bancos de sangue e, por isso, precisa ser constante", disse.

A médica frisou as condições para alguém doar sangue, como ter mais de 50 kg e estar bem alimentado. Citou as fases do processo de triagem antes da doação, destacando a importância de responder com sinceridade as perguntas durante a entrevista que precede a coleta de sangue, como a possível exposição a situações de risco para doenças sexualmente transmissíveis. "A doação de sangue requer também sinceridade e responsabilidade, a fim de evitar riscos para o receptor do sangue", resumiu.

Numa explicação didática e objetiva, Dra. Fernanda falou como é separado e utilizado o sangue doado e citou a doação especial, na qual são coletadas apenas plaquetas ou hemácias duplas. E encerrou o encontro comentando sobre os mitos que muitas vezes impedem uma pessoa de doar sangue, mas que não têm fundamento, como a obrigatoriedade de doar sangue regularmente a partir da primeira doação. "Uma pessoa pode doar apenas uma vez ou durante anos, desde que respeite os intervalos recomendados entre uma e outra doação: 90 dias para as mulheres e 60 dias para os homens", destaca "Essa diferença se explica pelo fato de a mulher menstruar e, por isso, precisar de um intervalo maior para reposição de ferro no organismo", acrescenta.
 

Confira alguns depoimentos de participantes da Oficina Solidariedade nas veias:

"Uma amiga que trabalha em um banco de sangue recomendou que eu participasse da oficina, pois é um assunto muito importante. Realmente, constatei que é verdade. Esclareci dúvidas em relação ao tema e saí motivada para me tornar uma doadora."

Alessandra de Oliveira, 23 anos


"Nunca doei sangue porque, até hoje, tinha receio em relação ao processo. Mas percebi que não existe motivo para isso, pois é um processo rápido e seguro. Uma das partes que me chamaram atenção foi sobre as doações especiais de plaquetas, que eu desconhecia."

Elen Arantes, 29 anos

 

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