Sífilis

8. Como fica a menstruação com o uso do DIU?

Sangramentos entre os períodos menstruais podem acontecer nos primeiros seis meses de uso do DIU. Além disso, o dispositivo pode aumentar o fluxo menstrual e torna-los mais desconfortáveis. Nesse caso, você pode conversar com o médico sobre usar medicamentos com hormônios, que aliviam esse incômodo.

 

Leia mais

2. Quais são as formas de contágio da sífilis?

A doença pode ser transmitida por meio de relações sexuais e da mãe infectada para o bebê durante a gestação ou no parto. Por isso, o uso de preservativos durante a relação sexual e acompanhamento médico da gestante infectada são as melhores formas de impedir o contágio.

Leia mais

3. Quais são os sinais e sintomas da sífilis?

Os sintomas variam conforme o estágio da doença:

Sífilis primária - entre 10 a 90 dias depois do contágio, geralmente aparece uma única ferida no local de entrada da bacéria, que pode ser no pênis, vulva, ânus, boca etc.

Sífilis secundária - podem aparecer manchas no corpo, em especial nas palmas das mãos e plantas dos pés, entre um mês e meio a seis meses depois da cicatrização da ferida inicial.

Sífilis latente - não aparecem sinais e sintomas. Pode começar um pouco antes de um ano de infeção (latente recente) ou depois de um ano (latente tardia).

Sífilis terciária - pode surgir depois dos 40 anos e causar lesões cutâneas, ósseas, cardiovasculares, neurológicas e até a morte do paciente.

Leia mais

4. Quais são os exames para diagnosticar a sífilis?

O diagnóstico da sífilis é dado por meio de dois procedimentos:

Exame de microscopia - é feita uma coleta de material da lesão recente para verificar a existência de bactérias causadoras da doença;

Teste de sorologia - uma amostra de sangue é coletada e é realizado um teste rápido que detecta a presença de anticorpos para a bactéria da sífilis.

Leia mais

5. A sífilis tem cura?

Sim, a sífilis pode ser curada por meio de tratamento com antibiótico. Para isso, é necessário acompanhamento médico. Também é importante lembrar que o tratamento não imuniza contra a doença, ou seja, é possível ser contaminado novamente. 

Leia mais

6. O que é a sífilis congênita?

A sífilis congênita é transmitida para o bebê durante a gestação ou no momento do parto. Essa complicação pode causar o nascimento prematuro, baixo peso ao nascer, pneumonia, anemia, má-formação e até problemas cerebrais. A boa notícia é que, com o diagnóstico e tratamento adequado, é possível quase eliminar as chances da doença causar complicações para o bebê. 

Leia mais

7. Quais são os sinais da sífilis congênita?

Os primeiros sinais da sífilis nos bebês é o aparecimento de feridas na pele ou nos órgãos genitais. Além disso, irritações na pele, feridas na boca e no ânus, aumento dos gânglios linfáticos e febre baixa são outros sinais da doença que podem aparecer durante os primeiros dois anos. Mas, para o diagnóstico correto, é necessário consultar um médico e fazer exames.

Leia mais

8. Quais são os cuidados com o bebê com sífilis?

Para o tratamento da sífilis em bebês também são usados antibióticos. Nesse caso, a criança ficará internada por alguns dias e deve ter acompanhamento médico pelos 18 meses seguintes, para evitar que outras complicações de saúde se desenvolvam. 

Leia mais

9. Quais complicações a sífilis pode causar?

A sífilis, quando não tratada, pode causar graves complicações de saúde, tais como neurosífilis, que é uma infecção no sistema nervoso central, além de complicações cardiovasculares, causando aneurismas e doença gomatosa, que são tumores causados pela inflamação e que podem afetar qualquer parte do corpo. A doença pode até causar a morte do paciente.

Leia mais

10. Existe relação entre sífilis e HIV?

Não existe relação direta entre o HIV e a sífilis. Mas, pessoas portadoras de sífilis podem ser mais suscetíveis ao contágio pelo HIV, pois as feridas causadas pela sífilis podem ser uma porta de entrada mais fácil para o HIV no organismo.

Leia mais